Letícia Sena teve a honra de contribuir para a matéria do Jornal O Globo, que aborda um ponto crucial: o diagnóstico tardio em meninas e mulheres.
Durante grande parte da vida, muitas meninas aprendem a mascarar comportamentos, a se ajustar e a silenciar suas próprias demandas. Na vida adulta, inúmeras mulheres carregam o peso de não compreender por que se sentem diferentes, exaustas ou constantemente deslocadas.
Discutir diagnóstico tardio é discutir acesso, acolhimento e visibilidade. É abandonar estereótipos e reconhecer a complexidade da neurodivergência feminina com seriedade e respeito.
Essa matéria cumpre exatamente esse papel. E é por isso que ela segue comprometida em levar informação científica, acessível e humana, acreditando que, quanto mais se entende, melhor se pode cuidar.







